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	<title>Política e Sociedade &#8211; Instituto Borborema</title>
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	<title>Política e Sociedade &#8211; Instituto Borborema</title>
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		<title>Deus ou o dinheiro? A Verdadeira História do Sistema Financeiro Internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 22:27:33 +0000</pubDate>
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		<title>Como entender o crime no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 21:16:40 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: left;">O problema da criminalidade no Brasil é um assunto muito debatido nos programas de TV, nos fóruns de internet e nas mesas de bar em todo o país. Entretanto, quase sempre a discussão é carregada de muitas frases de efeito, apelos emocionais e dados pouco confiáveis. E isto não acontece apenas com o pessoal do PSOL. A verdade é que até mesmo quem combate a bandidolatria quase sempre desconhece as causas profundas dos números epidêmicos de crimes em nosso país.</p>
<p>Não resolveremos os problemas de segurança pública fazendo &#8220;arminha&#8221; com mão ou gritando que bandido bom é bandido morto. Estes simplificações passam longe das verdadeiras respostas para um problema que é muito profundo, duradouro e com várias ramificações.</p>
<p>É por isso que o curso online que lançamos agora é muito importante para todo mundo que quer compreender verdadeiramente este assunto. Eduardo Matos de Alencar é sociólogo, autor do livro &#8220;De quem é o comando?&#8221; e um dos maiores estudiosos do país sobre o tema &#8211; com vasta experiência em pesquisas no sistema carcerário.</p>
<p>Saiba mais sobre o curso assistindo ao resumo abaixo:</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/curso-como-entender-o-crime-no-brasil/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FZBooTB-7LIE%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h2><span style="color: #000000;">7 AULAS</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 01 &#8211; &#8220;Criminologia Conservadora: verdades inconvenientes que ninguém quer que você saiba&#8221;. Disponibilizada GRATUITAMENTE no link: <a style="color: #000000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=Di_8aWOjNnk" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=Di_8aWOjNnk</a></span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 02 -&gt; &#8220;Visões da tradição criminológica&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 03 -&gt; &#8220;Família e Crime&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 04 -&gt; &#8220;Juventude e Crime&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 05 -&gt; &#8220;A escola que não controla&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 06 -&gt; &#8220;Crime, Comunidade e Mercados&#8221;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 07 -&gt; &#8220;Crime organizado&#8221;.</span></h2>
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		<title>O que é autoridade? Novas perspectivas sobre teoria do estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 21:11:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Compreender o que é autoridade não é apenas um estudo teórico, conceitual, mas também uma ferramenta de análise prática que indica como a autoridade é exercida nas mais diversas esferas da sociedade atual. Entender como a autoridade foi exercida desde os primórdios da civilização nos ajuda também a esclarecer melhor os episódios históricos e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-16074" src="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2.png" alt="" width="1785" height="998" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2.png 1785w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-600x335.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-300x168.png 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-1024x573.png 1024w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-768x429.png 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-1536x859.png 1536w" sizes="(max-width: 1785px) 100vw, 1785px" /></p>
<p>Compreender o que é autoridade não é apenas um estudo teórico, conceitual, mas também uma ferramenta de análise prática que indica como a autoridade é exercida nas mais diversas esferas da sociedade atual. Entender como a autoridade foi exercida desde os primórdios da civilização nos ajuda também a esclarecer melhor os episódios históricos e os personagens do passado que tanto influenciaram &#8211; e ainda influenciam &#8211; a Humanidade.</p>
<p>Foi para auxiliar todos aqueles que querem entender melhor os processos históricos, as ciências sociais e os processos humanos de modo geral que o professor Alexandre Marques organizou e ministrou este curso online na plataforma digital do Instituto Borborema.</p>
<p>O curso possui 7 aulas que podem ser assistidas (via streaming) quando e quantas vezes o aluno quiser. Confira abaixo os resumos com o conteúdo de cada aula:</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/o-que-e-autoridade-novas-perspectivas-sobre-teoria-do-estado-alexandre-marques/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FFF8pF-n3W3o%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h2><span style="color: #000000;">7 AULAS*</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">Aula introdutória:</span></h2>
<p>Disponível na plataforma de aulas e também no YouTube.</p>
<p>Assista à aula GRATUITAMENTE neste link: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kTjGLRGnEec" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=kTjGLRGnEec</a></p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 01</strong>:</span></h2>
<p>Ao contrário de conceitos como <em>Democracia</em>, <em>Revolução, Cultura </em>ou ainda <em>Direito Natural</em>, o conceito de autoridade não se faz vistosamente presente na teoria política dos últimos duzentos anos. Alguns autores, como Alexander Kojève ou Hannah Arendt e principalmente, Alvaro D’ors, chegaram a tratar do tema, mas salvo o último, ninguém fez do problema objeto de investigação sistemática. Do que resulta que a compreensão do Estado moderno resta em muito dificultada, pois sem o auxílio da noção, originalmente latina, de <em>autorictas</em>, não é possível haver uma compreensão sintética e realista da instituição do estado moderno.</p>
<p>Os conceitos à luz do qual este é normalmente interpretado, como o de <em>Constituição </em>ou <em>Estado de Direito</em> não são suficientes para tanto. De todas as ordens de realidade que conformam a vida do homem comum o Estado é a que ele menos compreende. Sua compressão das realidades econômicas, e geográficas, por exemplo, pode ser pouca, mas é essencialmente correta. O mesmo não acontece com a compreensão do Estado, que depende, para ser compreendido, do conceito de autoridade.</p>
<p><em>Autoridade</em> nada mais é que o meio através do qual a obediência é produzida, para que uma sociedade política venha a existir. Ao contrário do que normalmente se imagina, a obediência não pode ser compreendida nem através da sociologia (ou economia), que lida com causalidade mecânica, pois não existe um mecanismo, uma sequência fixa de causa e efeito, que a produza garantidamente. Tampouco pode ser compreendida por meio do direito constitucional, que tal como existe hoje, reduz a questão da obediência à questão da validez jurídica, e toma como naturalmente obedecível toda lei que é, tão somente, válida de acordo com critérios lógicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 02</strong>:</span></h2>
<p>A tipologia que Aristóteles inventou para dar conta do evento restrito da persuasão tal como ele ocorria nas cidades gregas pode ser ampliada para dar conta do evento da autoridade política enquanto tal. Sua tipologia retórica pode ser transformada em uma heurística da história universal.</p>
<p>A história do Estado pode ser contada como a longa história que vai da fase primitiva (o famoso <em>Estado de Natureza</em>, dos filósofos do século XVI) em toda a obediência é produzida quase exclusivamente com recurso ao <em>pathos</em>. Os ritos e cerimônias que ordenam a vida da humanidade na maior parte de sua história são, segundo este ponto de vista, esquemas que ajudam a produzir o assentimento dos membros da comunidade. Como a ordem nas sociedades primitivas é produzida principalmente através do sentimento, o papel da dos chefes políticos bem como do direito resta reduzido.</p>
<p>A ordem política da pólis helênica, por sua vez, pode ser considerada como um equilíbrio entre a autoridade da Razão (<em>Logos</em>) e a autoridade do <em>Pathos, </em>com a ausência do recurso à autoridade Caráter (o <em>Ethos</em>). O ordenamento helênico não precisou nunca de uma realeza realmente efetiva. Ao mesmo tempo, ela esteve entre os primeiros ordenamentos políticos do mundo antigo em que se fez presente a figura dos portadores da razão – os sofistas; e também, além disso, não conseguiu nunca edificar uma sociedade política em que as cerimônias e ritos da religião politeísta primitiva fosse realmente dispensável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 03:</strong> </span></h2>
<p>O império romano assumiu uma figura distinta. Por um lado, nele, o caráter é o recurso principal de mediação da autoridade. A chefia política individual desempenhou, no mundo político e social romano, um papel fundamental, muito mais relevante do que desempenhou no mundo grego. Por outro, diferentemente do que ocorreu na pólis grega, a autoridade das cerimônias rituais do paganismo foi bastante reduzida, com a autoridade do <em>logos</em> assumindo um papel cada vez mais relevante, à medida que a sociedade política se desenvolveu.</p>
<p>Além da polís grega, fundada no <em>pathos</em> e no <em>logos</em>, e da república romana, fundada, no <em>ethos</em> e no <em>logos</em>, a antiguidade concebeu ordenamentos políticos fundados na mediação da autoridade através de uma razão universal. É o caso tantos dos Impérios helenísticos como aquele concebido por Alexandre da Macedônia, como das ditas religiões universais chamadas por Jaspers de Religiões Axiais. Nestes ordenamentos políticos, a autoridade é fundada quase que exclusivamente na razão (<em>logos</em>), as outras formas políticas desempenhando um papel subsidiário, e, ao menos idealmente, nulo. Com base nesta heurística, o Estado moderno pode ser descrito como um ordenamento político fundado no recurso à mediação do <em>Caráter </em>(<em>Ethos</em>) – que é a figura do soberano e a da <em>Razão</em> (<em>logos</em>) – na forma do direito natural ou das legislações constitucionais, com a total exclusão da autoridade do <em>Pathos. </em>Excurso: as três formas de mediação da autoridade traduzidas em três mandamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 04:</strong> </span></h2>
<p>Excurso metodológico: a heurística da história universal é um exemplo do que poderia ser uma ciência realista do Estado. Uma ciência realista não é a que trabalha com realidades efetivas, com as forças reais que movem o mecanismo do comportamento humano e que, como tal, se opõe a uma ciência idealista. Uma ciência que desse conta do mecanismo do comportamento apenas seria também idealista, pois partiria do pressuposto ideal de que o comportamento humano pode ser descrito como um mecanismo.</p>
<p>Uma verdadeira ciência realista não é a que abarca a única realidade de que todas as outras dependem, e sim a que integra em uma única visão abrangente diversas ordens de realidades distintas, sem sacrificar uma a um esquema de compreensão que se aplica a outra.</p>
<p>Uma ciência não pode ser chamada de ciência no sentido moderno, uma vez que a principal característica desta é precisamente sacrificar a visão integral à visão parcial em troca da certeza do conhecimento obtido (a qual, não é preciso, dizer, não passa, muitas vezes, de uma ilusão).</p>
<p>Uma ciência realista do Estado é essencialmente uma ciência histórica, pois os ordenamentos políticos  não são esquemas abstratos mas realidades históricas concretas. Não apenas isto. Uma ciência  realista do estado deve lidar com a história das idéias políticas, embora não uma história das idéias políticas convencional, que se limite a recensear as doutrinas políticas em cada momento histórico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 05</strong>: </span></h2>
<p>[continuação da heurística da história do estado com base na tipologia aristotélica]  Para compreender como o estado moderno veio a se configurar na Idade Média, é preciso entender a natureza particular da religião cristã.</p>
<p>Por um lado, a religião cristã se assemelha às religiões axiais. Ela deriva de uma destas, o judaísmo, e como tal é, também uma religião da lei e da razão universal. Por outro lado, sua relação com a Razão está longe de ser igual à das outras religiões axiais, visto que, nela, o uso que o governante pode fazer da razão para obter autoridade perante seus súditos é como que temperado pela presença, sempre à mão, do recurso às cerimonias rituais – e portanto da mediação do sentimento; <em>pathos</em> – concebidas, por sua vez, de uma maneira distinta das cerimônias rituais das religiões primitivas.</p>
<p>Esta diferença é de enorme consequência política, pois dele depende o tipo de sociedade política que o cristianismo permite que venha à existência, que é, justamente o Estado Moderno, cujas raízes jazem nas instituições políticas medievais.</p>
<p>Uma das características definidoras do Estado Moderno é, justamente, o modo singular em que nele, a razão (<em>logos</em>) é usada como mediação da verdade. A verdade é mediada através da razão, mas de uma razão compreendida como múltipla e variável, podendo variar de acordo com a situação concreta. A consequência   política disto é enorme, pois significa que os representantes desta razão não perfazem uma comunidade entre si, a qual media o poder do governante para uma miríade de comunidades locais, como era o caso da classe letrada dos impérios helenísticos e, de modo mais marcante, como é o caso do Islã. Ao contrário do que ocorre nas sociedades políticas marcadas pela religião cristã, que, por não ser uma religião da lei, dificulta o surgimento de uma classe letrada mediadora dotada de unidade.</p>
<p>No Islã a comunidade dos intérpretes do Alcorão – a Ulemá – assumiu um papel preponderante. O primeiro documento teológico e político do cristianismo, as cartas do apóstolo São Paulo já mostram a situação ambígua que, no interior da sociedade política cristã, a classe mediadora da razão encontra. Diferentemente de seus pares do judaísmo palestino e do Islã, a capacidade de São Paulo de mediar a verdade cristã é limitada. Foi essa limitação intrínseca que deu espaço para outras formas de mediação assumissem o protagonismo, ao longo do desenvolvimento histórico do cristianismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 06:</strong> </span></h2>
<p>A situação ambígua pela qual a verdade é mediada – e a obediência produzida – na sociedade política cristã é o que, em última instância, explica as dificuldades de avaliar de modo sintético o período medieval.</p>
<p>À primeira vista, a Idade Média é o período cristão por excelência. Em nenhum outro período de sua existência histórica a Igreja foi uma força civilizacional tão efetiva. O problema é que ela não foi concebida para tal.</p>
<p>No mundo antigo, a Igreja era uma sociedade política mas não era responsável pela civilização. Ela não se confundia com o Império Romano. Pelo contrário, sob certo aspecto, existia contra ele. A noção de que ela é uma sociedade política paralela, sem a qual não existe religião cristã estava perfeitamente expressa na situação política real. Isto tudo muda na Idade Média, quando ela assume o papel de guardiã dos ideais culturais e civilizacionais de toda a sociedade.</p>
<p>Na prática, o resultado foi que a pluralidade de mediações racionais que a caracterizavam – e que tem que caracterizá-la necessariamente, em algum nível – teve de ser sacrificada em nome da manutenção do poder temporal. Na alta Idade Média, o papado mostra conceber-se quase como uma monarquia de estilo helenizante, que governava em nome de uma Razão universal  exclusiva, representada pelo Direito Canônico, ao poder de quem todas as potestades da terra teriam de se submeter.</p>
<p>Como este modelo de sociedade política fundado exclusivamente na mediação da razão não se coaduna perfeitamente com a teologia cristã -que é de tal maneira que admite uma pluralidade de mediações racionais –  não espanta que o período tenha sido marcado por grandes polêmicas contra as pretensões do papado.</p>
<p>A defesa de um estado secular – fora da jurisdição do direito canônico – por escritores como Marsílio de Pádua está, senão totalmente, ao menos em certo sentido, de acordo com os princípios de mediação da verdade que caracterizam o cristianismo desde o seu início.</p>
<h2><span style="color: #000000;">* TRANSMITIDAS VIA STREAMING, NA NOSSA SALA DE AULA -&gt; HTTPS://INSTITUTOBORBOREMA.COM/SALA-DE-AULA/</span></h2>
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		<title>Ciência, Política e Ideologia em Eric Voegelin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 03:04:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É impossível entender o mundo moderno sem antes compreender como os cientistas atualmente definem a ciência e como ela é utilizada na prática, e sem antes conhecer as ideologias responsáveis por verdadeiras revoluções comportamentais e guerras a partir do final do século XIX. E enquanto as definições de &#8220;ciência&#8221; e &#8220;ideologia&#8221; não são esclarecidas, as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5158" src="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final.jpg" alt="" width="2206" height="1241" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final.jpg 2206w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-600x338.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-300x169.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-768x432.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 2206px) 100vw, 2206px" /></p>
<p>É impossível entender o mundo moderno sem antes compreender como os cientistas atualmente definem a ciência e como ela é utilizada na prática, e sem antes conhecer as ideologias responsáveis por verdadeiras revoluções comportamentais e guerras a partir do final do século XIX. E enquanto as definições de &#8220;ciência&#8221; e &#8220;ideologia&#8221; não são esclarecidas, as discussões políticas só conseguem, na melhor das hipóteses, tornarem-se uma eterna briga de chavões e frases de efeito.</p>
<p>Foi para auxiliar todos aqueles que desejam fugir das respostas fáceis &#8211; e erradas &#8211; que convidamos o professor Flávio Morgenstern a ministrar este curso no estúdio do Instituto Borborema. Durante as 5 aulas do curso, o professor utiliza os conceitos e a obra do filósofo Eric Voegelin como base para uma análise histórica e conceitual dos mais diversos fenômenos e acontecimentos dos últimos dois séculos ao redor do mundo.</p>
<p>A clareza no raciocínio, o vasto conhecimento e o encadeamento histórico são as grandes virtudes que o professor Morgestern consegue reunir nestas aulas que são indispensáveis para compreender e agir melhor no caótico estado de coisas atual. Confira abaixo um pequeno vídeo explicativo sobre o curso e garanta agora a sua vaga:</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FCx0PcAvdFCc%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Especificações Técnicas</strong></span></h2>
<p>-&gt; 5 Aulas;</p>
<p>-&gt; As aulas são transmitidas via streaming, na nossa Sala de Aula -&gt; <a href="https://institutoborborema.com/sala-de-aula/">https://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></p>
<p>-&gt; Não existe prazo de expiração, ou seja, o aluno pode assistir às aulas quando e quantas vezes quiser.</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>PROFESSOR:</strong></span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5160" src="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500.jpg" alt="" width="223" height="223" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500.jpg 500w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-300x300.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-100x100.jpg 100w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-350x350.jpg 350w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-150x150.jpg 150w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-180x180.jpg 180w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/artworks-000439411725-3m9rpw-t500x500-125x125.jpg 125w" sizes="(max-width: 223px) 100vw, 223px" /><strong>FLÁVIO MORGENSTERN</strong> → Escritor, Analista Político, Palestrante e Tradutor. É autor do livro “Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs” (ed. Record), e também editor e colunista do site sensoincomum.org</p>
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		<title>A face oculta da Ideologia de Gênero</title>
		<link>https://institutoborborema.com/produto/curso-a-face-oculta-da-ideologia-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 22:13:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As idéias e os conceitos costumam disseminar-se e serem defendidos no debate público brasileiro sem grande reflexão por parte daqueles que os defendem. Essas idéias muitas vezes evoluem para a defesa de ações práticas que interferem diretamente nas vidas de milhões de pessoas que muitas vezes são obrigadas a aceitar certos padrões de conduta impostos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4943 size-full" src="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO.png" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO.png 1280w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO-600x338.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO-300x169.png 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO-768x432.png 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/A-FACE-OCULTA-DA-IDEOLOGIA-DE-GENERO-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>As idéias e os conceitos costumam disseminar-se e serem defendidos no debate público brasileiro sem grande reflexão por parte daqueles que os defendem. Essas idéias muitas vezes evoluem para a defesa de ações práticas que interferem diretamente nas vidas de milhões de pessoas que muitas vezes são obrigadas a aceitar certos padrões de conduta impostos mediante leis ou outras medidas estatais.</p>
<p>Os grupos políticos que defendem as bandeiras feministas, LGBTs ou da Ideologia de Gênero possuem bases teóricas e conceituais em comum, e constituem-se em planos tão confusos quanto sofisticados. Por isso, a tarefa de combater os efeitos nefastos dessas ideologias nas nossas vidas e nas vidas dos nossos familiares e amigos não é nada simples.</p>
<p>Como é impossível combater um inimigo desconhecido, faz-se indispensável estudar sobre os autores e objetivos que fundamentam a existência dessa agenda cultural e política. Foi para introduzir o tema ao maior número de pessoas possível que convidamos o professor Aluísio Dantas a ministrar este curso online. De forma didática e profunda, o curso &#8220;A face oculta da Ideologia de Gênero&#8221; é um perfeito início para todos aqueles que pretendem saber mais sobre todos os movimentos e planos relacionados a essa agenda ideológica. Confira abaixo o detalhamento completo de cada aula:</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/curso-a-face-oculta-da-ideologia-de-genero/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2Ff2Zynq7qqKA%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h1><strong>7 AULAS*</strong></h1>
<p><strong>Aula 01 &#8211;  Percepção da Realidade e Restauração do Senso Comum (O Problema da Verdade)</strong></p>
<p>Esta aula aborda o problema do relativismo, um dos pilares fundamentais da crise do mundo moderno, sem o qual os fundamentos teóricos e filosóficos que embasam a Ideologia de Gênero não seriam capazes de germinar. A partir de uma perspectiva histórica, que vai desde a Grécia Arcaica até os dias atuais, apresenta-se o processo de desintegração da verdade e o impacto que isto tem na relação do homem com a realidade.</p>
<p><strong> Aula 02 &#8211; Noções Elementares + Fundamentos Teóricos e Filosóficos (Perspectiva Histórica)</strong></p>
<p>Esta aula apresenta os conceitos fundamentais da Ideologia de Gênero, contextualizando-os dentro de uma perspectiva histórica que revela a origem e o desenvolvimento das idéias, bem como a estratégia política para a implantação da chamada Agenda de Gênero em escala global.</p>
<p><strong> Aula 03 &#8211; O Feminismo de Gênero</strong></p>
<p>Esta aula aprofunda a concepção de gênero tal qual concebida por Judith Butler, na qual articulou o conceito de gênero desenvolvido pelo Dr. John Money nas décadas de 60 e 70, contextualizando-o num projeto político, que se transformou na base da estratégia do movimento feminista a partir da década de 90, para a implantação da Agenda de Gênero em escala global a partir da 4ª Conferência Mundial Sobre a Mulher, promovida pela ONU em 1995, e da Conferência de Yogyakarta, realizada em 2006, onde ocorre a fusão das agendas dos movimentos gay e feminista em função da &#8220;Teoria de Gênero&#8221;, camufladas sob o véu da defesa dos direitos humanos.</p>
<p><strong>Aula 04 &#8211; Gênero e Movimento Revolucionário + Gênero e Revolução Sexual</strong></p>
<p>Esta aula analisa a Ideologia de Gênero na perspectiva do movimento revolucionário, demonstrando que, em última análise, ela é uma espécie de recusa da ordem (Cosmos) e, por consequência, uma negação e revolta contra a realidade &#8211; nota dominante na mentalidade revolucionária -, que afeta o ser humano em sua integralidade, com implicações de ordem intelectual, psíquica e espiritual. Além disso, a aula aborda a relação entre a Ideologia de Gênero e Revolução Sexual, apresentando um breve desenvolvimento histórico e destacando as influências que Wilhelm Reich e Alfred Kinsey exerceram sobre valores morais e hábitos culturais relacionados à sexualidade humana ao longo do século até os dias atuais.</p>
<p><strong>Aula 05 &#8211; Gênero e Família + Gênero e Pedofilia + Gênero e Educação Sexual</strong></p>
<p>Esta aula demonstra o projeto de destruição da família tradicional, tal como concebido pela tradição marxista, ressaltando a influência e o alcance que essas teorias têm exercido nas nossas vidas e como este projeto foi incorporado pela Ideologia de Gênero. Em seguida, são apresentadas as estreitas relações entre a Agenda de Gênero e a Agenda da Pedofilia, aprofundadas a partir dos influências de Reich e Kinsey, ressaltando os perigos que se escondem por trás dos discursos ideológicos aparentemente inofensivos. Por fim, demonstra-se como a ideia da Educação Sexual foi utilizada como ferramenta de articulação entre as várias agendas que orbitam em torno do projeto político do gênero, assim como o mal que isso pode causar às crianças.</p>
<p><strong>Aula 06 &#8211; Gênero e Educação</strong></p>
<p>Esta aula mostra como o sistema educacional vem sendo utilizado como o campo de semeadura da agenda revolucionária e como a Ideologia de Gênero tem se aproveitado desse ambiente para inocular as suas idéias na consciência das crianças, à revelia dos valores e princípios morais defendidos pelos pais.</p>
<p><strong>Aula 07 &#8211; Gênero e Engenharia Social</strong></p>
<p>Esta aula mostra, de uma forma geral e sucinta, como se dá o processo de engenharia social e como a Agenda de Gênero vem sendo implantada em todos os segmentos da sociedade, sem que as pessoas percebam o que está acontecendo</p>
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<p><strong>* Transmitidas via streaming</strong><strong>, na nossa Sala de Aula -&gt; <a href="http://institutoborborema.com/sala-de-aula/"> http://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-4944" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/02/Aluísio-Dantas-2-300x229.png" alt="" width="300" height="229" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Professor:</strong> ALUÍSIO DANTAS É servidor público e nos últimos anos tem ministrado cursos e palestrantes sobre &#8220;Ideologia de Gênero&#8221; e assuntos afins ao redor do Nordeste.</p>
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		<title>Ideologias Contemporâneas em um mundo sem Deus</title>
		<link>https://institutoborborema.com/produto/curso-ideologias-contemporaneas-em-um-mundo-sem-deus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 22:50:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A busca do homem moderno pela simplificação das respostas sobre a nossa existência terrena e a consequente tentativa de concretizar um paraíso neste Mundo acabaram por criar uma série de ideologias danosas à humanidade. Ao se afastar de Deus, ao se afastar das bases religiosas que fundaram a Civilização, o homem moderno teve que se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca do homem moderno pela simplificação das respostas sobre a nossa existência terrena e a consequente tentativa de concretizar um paraíso neste Mundo acabaram por criar uma série de ideologias danosas à humanidade. Ao se afastar de Deus, ao se afastar das bases religiosas que fundaram a Civilização, o homem moderno teve que se apegar às próprias idéias e fingir ter as respostas para todos os problemas que afligem a sociedade humana. Desta confusão nasceram as ideologias que nortearam as ações mundo afora nos últimos dois séculos.</p>
<p>Para explicar as bases teóricas e discorrer sobre as principais consequências dessas ideologias nos acontecimentos mais importantes dos séculos XX e XXI, convidamos o analista político, professor e, agora, Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Filipe G. Martins a ministrar um curso em nosso estúdio aqui em Campina Grande.</p>
<p>O curso online possui 5 aulas gravadas sobre os principais intelectuais e as suas teorias que tanto modificaram o Mundo nas últimas décadas. Este é um curso direcionado a qualquer um que queira compreender melhor fenômenos como o marxismo, o feminismo, o multiculturalismo, o totalitarismo e até mesmo o libertarianismo.</p>
<p>Confira abaixo um pequeno resumo esquematizado das aulas:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4849" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS.png" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS.png 1280w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS-600x338.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS-300x169.png 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS-768x432.png 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/UM-MUNDO-SEM-DEUS-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>5 aulas</strong></span></h2>
<p><strong>Aula 01</strong></p>
<p>-&gt; Desencanto do mundo;<br />
-&gt; Max Weber -&gt; A Ética do Capitalismo;<br />
-&gt; Eric Voegelin -&gt; Racionalismo-&gt; papel do homem no mundo -&gt; seitas gnósticas na política;<br />
-&gt; Olavo de Carvalho;<br />
-&gt; Pressupostos teóricos do curso;<br />
-&gt; Fenômenos da modernidade.</p>
<p><strong>Aula 02</strong></p>
<p>-&gt; Escola de Frankfurt;<br />
-&gt; Horkheimer;<br />
-&gt; Gramsci;<br />
-&gt; Lukács;<br />
-&gt; Habermas;<br />
-&gt; Dialética;<br />
-&gt; Koch;<br />
-&gt; Teoria crítica;<br />
-&gt; &#8220;Marxismo filosófico&#8221;.</p>
<p><strong>Aula 03</strong></p>
<p>-&gt; Pós-modernismo;<br />
-&gt; Ideologias iluministas;<br />
-&gt; Foucalt;<br />
-&gt; Lyotard;<br />
-&gt; Julia Kristeva;<br />
-&gt; Pós-estruturalistas;<br />
-&gt; Semiótica;<br />
-&gt; Irracionalismo;<br />
-&gt; Metanarrativas;<br />
-&gt; Niilismo;<br />
-&gt; Spivak;<br />
-&gt; Relativismo.</p>
<p><strong>Aula 04</strong></p>
<p>-&gt; Libertarianismo;<br />
-&gt; Ayn Rand;<br />
-&gt; Robert Nozick;<br />
-&gt; Hayek;<br />
-&gt; Mises;<br />
-&gt; Rothbard.</p>
<p><strong>Aula 05</strong></p>
<p>-&gt; Ideologias identitárias;<br />
-&gt; Raça;<br />
-&gt; Feminismo;<br />
-&gt; Totalitarismo;<br />
-&gt; Movimentos de massa;<br />
-&gt; Multiculturalismo.</p>
<p><strong>* Transmitidas via streaming, na nossa Sala de Aula -&gt;<a href="http://institutoborborema.com/sala-de-aula/"> http://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4850 alignleft" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/Filipe-2.png" alt="" width="301" height="316" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/Filipe-2.png 725w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/Filipe-2-600x630.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/01/Filipe-2-286x300.png 286w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /></strong></p>
<p><strong>Professor:</strong> FILIPE G. MARTINS -&gt;  É colunista no site sensoincomum.org, professor de Política Internacional e analista político. É também especialista em forecasting, análise de riscos e segurança internacional. Atualmente é Assessor Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais.</p>
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		<title>Utopia e terror no século XX</title>
		<link>https://institutoborborema.com/produto/utopia-e-terror-no-seculo-xx/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2018 06:23:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3965" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1.jpeg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1.jpeg 1280w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1-600x338.jpeg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1-300x169.jpeg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1-768x432.jpeg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/Utopia-e-Terror-no-Século-XX-Curso-Online-1-1024x576.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>O século XX protagonizou as mais sangrentas guerras da história e o surgimento de métodos de controle e terror tão eficientes quanto perversos. Entretanto, esses acontecimentos só se tornaram realidade por uma conjunção de fatores históricos e pelo predomínio cultural de certas teorias e ideologias no Ocidente. Para falar sobre o assunto, convidamos Filipe G. Martins, professor, analista político e estudioso do tema.</p>
<p>O curso online tem 7 aulas gravadas no estúdio do Instituto Borborema e disponibilizadas automaticamente no nosso site após a confirmação da inscrição de cada aluno. Além disso, o professor Filipe produziu um PDF com indicações bibliográficas para cada uma das aulas, facilitando assim o estudo aprofundado de todos os assuntos relacionados ao curso. Confira abaixo um pequeno resumo em vídeo e os tópicos abordados em cada uma das sete aulas:</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/utopia-e-terror-no-seculo-xx/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FAnAva_bvm2o%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h1><strong>7 aulas*</strong></h1>
<p><strong>AULA 01: Definindo Utopia e Terror</strong></p>
<p>I. O violento Século XX;<br />
II. A base teórico-analítica do curso;<br />
III. O vínculo entre utopia e terror.</p>
<p><strong>AULA 02: Presságios da Destruição: os Eventos que Pavimentaram o Caminho do Terror</strong></p>
<p>I. O Impacto das Idéias do Século XIX;<br />
II. As Grandes Revoluções Políticas e a Ascensão do Homem-Massa;<br />
III. A Revolução Industrial e o Império da Técnica;<br />
IV. A Agitação Revolucionária, o Esgotamento do Imperialismo e os Presságios da guerra.</p>
<p><strong>AULA 03: Primeira Guerra Mundial: A Invenção da Guerra Total</strong></p>
<p>I. A Quebra do Concerto Europeu e o Início da Guerra;<br />
II. O Fenômeno da Guerra Total;<br />
III. O Crescimento do Estado de Guerra;<br />
IV. A Propaganda e o Controle das Massas;<br />
V. O Mundo das Fronteiras e o Efeito Brutalizante da Guerra;<br />
VI. O Coroamento da Violência Política: o Genocídio Armênio;<br />
VII. Woodrow Wilson e a Persistência do Pensamento Utópico.</p>
<p><strong>AULA 04: Segunda Guerra Mundial</strong></p>
<p>I. A Ascensão do Totalitarismo: do Nazismo ao Comunismo;<br />
II. A Engenharia Social e os “Engenheiros da Alma Humana”;<br />
III. O Comunismo, o Nazismo e o Fascismo;<br />
IV. A Década de Trinta: Crises, Guerras Civis e a Falência da Ordem Internacional;<br />
V. Afinidades totalitárias e o Caminho para a Guerra;<br />
VI. A guerra;<br />
VII. A intensificação da guerra total;<br />
VIII. As Fábricas de Morte: o Holocausto e a Lógica Genocida.</p>
<p><strong>AULA 05: A Guerra Fria</strong></p>
<p>I. Uma Guerra Inconvencional: Espionagem, Proxy Wars e o Choque de Cosmovisões;<br />
II. A Ameaça Nuclear: a Crise dos Mísseis e o Pânico Psicológico;<br />
III. A Revolução Chinesa e os Terrores do Maoísmo;<br />
IV. Os Campos da Morte de Pol Pot e do Comunismo Cambojano;<br />
V. Terror e Resistência no Leste Europeu.</p>
<p><strong>AULA 06: A Persistência do Terror: a Farsa do Fim da História</strong></p>
<p>I. A Ingênua Ilusão da Hegemonia Liberal;<br />
II. Do Muro de Berlim aos Conflitos Balcânicos;<br />
III. A Desordem na África e no Oriente Médio;<br />
IV. O Terrorismo Islâmico;<br />
V. O Futuro do Terror.</p>
<p><strong>AULA 07: O Globalismo e o Futuro do Terror</strong></p>
<p>I. A Persistência do Utopismo;<br />
II. Utopia e Terror no Século XXI;<br />
III. Fundamentos da Mentalidade Globalista;<br />
IV. Os Três Esquemas Globalistas;<br />
V. O Globalismo e a Ameaça às Soberanias Nacionais.</p>
<p><strong>* Transmitidas via streaming, na nossa Sala de Aula -&gt;  <a href="http://institutoborborema.com/sala-de-aula/">http://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-3967 size-medium" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/FIlipe-Martins-300x263.png" alt="" width="300" height="263" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/FIlipe-Martins-300x263.png 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/FIlipe-Martins-600x528.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2018/06/FIlipe-Martins.png 602w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Professor:</strong> FILIPE G. MARTINS -&gt;  É colunista no site sensoincomum.org, professor de Política Internacional e analista político. É também especialista em forecasting, análise de riscos e segurança internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Revolução Francesa: berço das religiões políticas contemporâneas</title>
		<link>https://institutoborborema.com/produto/curso-revolucao-francesa-berco-das-religioes-politicas-contemporaneas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2017 22:01:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso aborda a Revolução Francesa de um ponto de vista da ciência política, e não propriamente da história. Dentro desse recorte, seguimos uma tradição particular de investigação, que tem encarado os fenômenos políticos modernos com base na fenomenologia da religião, e que foi muito bem sintetizada pelo filósofo político John Gray em seu livro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2605" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2.jpg" alt="revolução francesa 1 versao 2" width="1140" height="608" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2.jpg 1140w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2-600x320.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2-300x160.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2-768x410.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2-1024x546.jpg 1024w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/revolução-francesa-1-versao-2-750x400.jpg 750w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O curso aborda a Revolução Francesa de um ponto de vista da ciência política, e não propriamente da história. Dentro desse recorte, seguimos uma tradição particular de investigação, que tem encarado os fenômenos políticos modernos com base na fenomenologia da religião, e que foi muito bem sintetizada pelo filósofo político John Gray em seu livro <em>Missa Negra: Religião Apocalíptica e o Fim das Utopias</em>: “a política moderna é um capítulo na história da religião”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Revolução Francesa será vista como uma revolução religiosa, uma série de eventos inspirados por idéias que conformam aquilo que autores como Eric Voegelin, Waldemar Gurian, Emilio Gentile, Juan Linz, entre outros, chamaram de <em>religião política</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Partiremos da filosofia do Iluminismo e mostraremos como essa ideologia, a religião política dos <em>philosophes</em>, constituiu-se como uma espécie de rival religiosa do Cristianismo. Sendo uma continuação do milenarismo medieval, e, portanto, também ela uma sorte de heresia cristã, a religião política dos <em>philosophes</em> foi a primeira da história a manifestar o espírito milenarista – que busca substituir a idéia de graça divina pela de práxis revolucionária – em termos secularistas e anticristãos. Logo, se a política moderna é um capítulo na história da religião, como resumiu John Gray, a Revolução Francesa será vista aqui especificamente como um capítulo na história do Cristianismo.</p>
<a href="https://institutoborborema.com/produto/curso-revolucao-francesa-berco-das-religioes-politicas-contemporaneas/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F1JOs-QcIwew%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h1><strong>4 Aulas*</strong></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aula 1. Introdução (perspectivas, método e recorte teórico)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Resumo: Apresentação geral do curso. Os dois registros nos quais irá se desenvolver: específico (análise do fenômeno histórico Revolução Francesa) e geral (discussão sobre a idéia de revolução). Dificuldade metodológica: a complexidade do material. Abordagem: da ciência política, e não da história. Dentro da ciência política: fenomenologia religiosa aplicada aos fenômenos políticos. A imanentização da política. Cristianismo como religião religiosa versus Milenarismo como religião política. Agostinho <em>versus</em> Hobbes. Perspectiva política do curso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aula 2. O que se passou, afinal de contas? Imagens da Revolução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Surgimento do conceito contemporâneo de “revolução”. Três mitos/imagens da revolução: a) revolução como fenômeno incontrolável e irreversível; b) revolução como revolta popular espontânea; c) revolução como reação contra o poder arbitrário do Rei. Questionando os mitos/imagens. As “sociedades de pensamento” (Augustin Cochin). Idéias difundidas por todas as “classes” da França do fim do Antigo Regime. Revolução como efeito mais de proximidade social (“crise mimética”) do que de distância social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aula 3.</strong> <strong>A Sensibilidade Romântica e o Culto Iluminista à Natureza</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A democratização dos espetáculos na França (caso do Balão de Montgolfier, teatros, salões etc.). Análise de Simon Schama em <em>Cidadãos: uma crônica da Revolução Francesa</em>. Beaumarchais e as <em>Bodas de Fígaro</em>. A difusão da sensibilidade romântica. O romantismo nos quadros de Jean-Baptise Greuze. A divinização da natureza. Introdução aos “cultos revolucionários” (Albert Mathiez).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aula 4</strong>. <strong>A Religião Civil dos Filósofos Iluministas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A revolta contra a transcendência e as substituições. Continuação sobre “cultos revolucionários”. Revolução Francesa como uma revolução religiosa. A propaganda e a violência anticlericais. Os <em>philosophes</em> como os novos sacerdotes. A religião civil (ou política) dos iluministas contra o Cristianismo. Os três principais elementos que as diferenciam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* Transmitidas via streaming, na nossa Sala de Aula -&gt;  <a href="http://institutoborborema.com/sala-de-aula/">http://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-2606" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o-300x169.jpg" alt="18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o" width="300" height="169" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o-300x169.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o-600x338.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o-768x432.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o-1024x576.jpg 1024w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/09/18738601_1993919540842526_4988414759116353789_o.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><strong>Professor: </strong>FLÁVIO GORDON é Doutor em Antropologia, Escritor e Tradutor. É autor do livro &#8220;A Corrupção da Inteligência: Intelectuais e Poder no Brasil&#8221; (Ed. Record, 2017).</p>
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		<title>Introdução à Filosofia Política de Olavo de Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 23:06:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A capacidade de realizar previsões, fundada na análise racional dos fenômenos sociais, é a marca mais inconfundível da compreensão efetiva da realidade político-social. Cada vez mais rara, essa habilidade não pode ser obtida sem uma série de precauções metodológicas, moral e filosoficamente fundamentadas para lançar luz sobre as particularidades da realidade política e de seus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: left;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2145" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1.jpg" alt="banner_politica_olavo_1_1" width="1496" height="798" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1.jpg 1496w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1-600x320.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1-300x160.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1-768x410.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1-1024x546.jpg 1024w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2016/09/banner_politica_olavo_1_1-750x400.jpg 750w" sizes="(max-width: 1496px) 100vw, 1496px" /></h2>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de realizar previsões, fundada na análise racional dos fenômenos sociais, é a marca mais inconfundível da compreensão efetiva da realidade político-social. Cada vez mais rara, essa habilidade não pode ser obtida sem uma série de precauções metodológicas, moral e filosoficamente fundamentadas para lançar luz sobre as particularidades da realidade política e de seus métodos de investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo em vista essas dificuldades e o estado decadente da ciência política contemporânea, este curso tem por finalidade introduzir os métodos, as ferramentas e os conceitos que constituem a Filosofia Política do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, dono de um dos mais impressionantes históricos de previsões políticas acertadas dos dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, o curso apresentará, de modo introdutório, as respostas que o Olavo deu a algumas das questões fundamentais da Filosofia Política, tais como: qual é a natureza do poder? Que é propriamente a ação política? Quem são os atores políticos? Qual é o papel da ação humana na formação dos fenômenos, das tendências e processos políticos? Qual a relação entre autoconhecimento e conhecimento político? Qual é o papel da linguagem na análise política? Como responder essas questões pode nos ajudar a compreender os fenômenos políticos atuais?</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">6 aulas*:</span></strong></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. PRIMEIRA AULA:</strong> A Filosofia de Olavo de Carvalho e sua Filosofia Política;<br />
1.1. A filosofia de Olavo de Carvalho;<br />
1.2. Esboço de um Sistema Filosófico;<br />
1.3. Filosofia Política;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. SEGUNDA AULA:</strong> Diretrizes e princípios metodológicos;<br />
1.1. Problemas de método nas ciências humanas;<br />
1.2. Autoconhecimento e abertura para a realidade;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. TERCEIRA AULA:</strong> A natureza da política: da ação humana às estruturas gerais;<br />
3.1. A filosofia política em Platão e Aristóteles;<br />
3.2. A Ciência Política;<br />
3.3. Retorno à experiência humana: de Edmund Husserl a Eric Voegelin;<br />
3.4. O drama brasileiro: entre a exaltação imaginativa e a banalização;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. QUARTA AULA:</strong> Agência e poder: os atores políticos;<br />
4.1. A ação histórica e o sujeito da História;<br />
4.2. A natureza e origem da autoridade;<br />
4.3. As castas e as classes;<br />
4.4. O Estado;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. QUINTA AULA:</strong> A Teoria dos Quatro Discursos e a realidade político-social;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. SEXTA AULA:</strong> A Mentalidade Revolucionária e As Ideologias Totalitárias<br />
6.1. Globalismo e revolução: a teoria do Império;<br />
6.2. Os esquemas globalistas;<br />
6.3. A revolução na América Latina e no mundo;</p>
<p style="text-align: justify;">* Transmitidas via streaming (Vimeo), na nossa Sala de Aula -&gt; <a href="http://institutoborborema.com/sala-de-aula/">http://institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-2180 size-medium" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/06/Filipe-G.-Martins-300x270.png" alt="Filipe G. Martins" width="300" height="270" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/06/Filipe-G.-Martins-300x270.png 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/06/Filipe-G.-Martins-600x540.png 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/06/Filipe-G.-Martins.png 636w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FILIPE G. MARTINS</strong> → Professor de Política Internacional e analista político, é também especialista em forecasting, análise de riscos e segurança internacional. É colunista do jornal &#8220;Gazeta do Povo&#8221; e do site sensoincomum.org</p>
<p>[/groups_non_member]</p>

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		<title>Infowar: Linguagem e Política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 21:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1942" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3.jpg" alt="INFO_3" width="2102" height="1121" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3.jpg 2102w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3-600x320.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3-300x160.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3-768x410.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3-1024x546.jpg 1024w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/INFO_3-3-750x400.jpg 750w" sizes="(max-width: 2102px) 100vw, 2102px" /></p>
<p>O curso pretende introduzir alguns conceitos da lingüística, a ciência da língua, e sua aplicação na linguagem política moderna. O século XX foi o século em que a lingüística determinou todo o discurso político, e pavimentando o rumo para a era das ideologias extremas. Apesar de uma ferramente poderosa, a lingüística, como todo instrumento com tanto poder, tem conseqüências terríveis quando mal utilizada. Como apenas especialistas da área conhecem suas aplicações, o curso visa tanto apresentar temas, conceitos e idéias novas, quanto direcioná-las para um uso mais apropriado, tanto no debate público, quanto para um melhor conhecimento da linguagem, usada como um &#8220;véu&#8221; diante de nossos olhos. Por fim, o mais urgente na atualidade: como trabalhar tais signos e discursos no mundo da guerra de narrativas e informações em rede da internet? Como enfrentar discursos hegemônicos e massificados?</p>
<h1 class="x_MsoNormal"><a href="https://institutoborborema.com/produto/curso-infowar-linguagem-e-politica/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FPX2qZn_QF5g%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></h1>
<h1 class="x_MsoNormal" style="text-align: left;"><strong>Curso completo: 5 aulas</strong></h1>
<p class="x_MsoNormal"><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">AULA 1: APRESENTAÇÃO</span></strong></p>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Apresentação de conceitos. A lingüística histórica e a lingüística estrutural. Por que devemos usar a ciência da língua, e não a filosofia da linguagem, para entender o discurso político moderno? Quais são os conceitos-chave usados pela lingüística? O que é signo? Como extraímos significado de um discurso? Qual a diferença entre a filosofia da linguagem e a ciência da língua?</span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">AULA 2: LINGUAGEM E REALIDADE</span></strong></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Como a língua determina nossa visão de mundo, e como signos lingüísticos podem manipular nossa visão de mundo? No discurso público-político, como se manipula visões de mundo, noções de realidade e até sentimentos com fins ideológicos? Como signos lingüísticos devem ser trabalhados, em discussões e discursos mais sérios? É possível uma linguagem &#8220;pura&#8221; e &#8220;verdadeira&#8221;, livre de erros? </span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">AULA 3: FUNÇÕES DA LINGUAGEM</span></strong></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Com o entendimento proporcionado pela análise do funcionamento de signos lingüísticos, podemos entender como se extrai significado de um discurso, separando rigorosamente o discurso de seu significado, e trabalhando em dois níveis a um só tempo. Como então o nosso discurso deve ser trabalhado e criado para ser capaz de transmitir de fato uma idéia entre os interlocutores, causar comoção, reação e convencimento?</span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">AULA 4: SIGNOS POLÍTICOS</span></strong></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Por que a metáfora é a figura de linguagem mais utilizada e lembrada? Quais são os riscos da metáfora para o entendimento da realidade? Por que toda a nossa linguagem política é metafórica, e não descritiva ou apelativa? Quais são as armadilhas e riscos e como evitá-los nos discursos políticos? O que são signos políticos, históricos e móveis? Quais as diferenças em sua estrutura e uso dos signos descritivos e mais fixos da realidade?</span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">AULA 5: INFOWAR E NETWAR</span></strong></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></div>
<div><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Dada a arquitetura da língua, da linguagem e do discurso através da ciência da língua, devemos ter uma estratégia um pouco mais clara, racional, estudada e trabalhada de como atuar na era das redes sociais digitais. Se os discursos políticos razoavelmente sensatos já mal sobreviveram à era da mídia de massa, como construir discursos, narrativas e transmitir pensamentos, evitando perdas na comunicação, numa era de mídias fragmentadas?</span></div>
<div></div>
<div></div>
<h2></h2>
<h2>[column size=one_third position=first ]<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1708" src="http://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/Morgenstern.png" alt="Morgenstern" width="554" height="426" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/Morgenstern.png 554w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/Morgenstern-350x269.png 350w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2017/05/Morgenstern-300x231.png 300w" sizes="(max-width: 554px) 100vw, 554px" /></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">[/column]</p>
<p>[column size=two_third position=last ]</p>
<p>PROFESSOR:</p>
<p><strong>FLAVIO MORGENSTERN</strong> → Escritor, Analista Político, Palestrante e Tradutor. É autor do livro &#8220;Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs&#8221; (ed. Record), e também editor e colunista do site <strong><a href="http://sensoincomum.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sensoincomum.org</a></strong> [/column]</p>
<p>

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