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	<title>Cultura &#8211; Instituto Borborema</title>
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		<title>Hollywood: fábrica de sonhos ou de frustrações?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hollywood foi a responsável por desenvolver uma linguagem cinematográfica com um poder imenso de sedução e fascínio. O que todos ignoram é que aquela que ficou conhecida como grande fábrica de sonhos é, na verdade, uma perversa fábrica de frustrações. __ “No futuro, todos serão mundialmente famosos por quinze minutos.” Essa frase, que apareceu pela [&#8230;]]]></description>
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<p>Hollywood foi a responsável por desenvolver uma linguagem cinematográfica com um poder imenso de sedução e fascínio. O que todos ignoram é que aquela que ficou conhecida como <em>grande fábrica de sonhos</em> é, na verdade, uma perversa fábrica de frustrações.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXf1RWTTkYr-wrQkdViGxKIoaZUKrVb1isG0_jsyAGGgzmX1aHe_KOLdolqFPXTBZOLcn7BnKZtA08ri6ZZINIKteG24F9OwdyM9xKBBIwnd5vb2pLuwmvfk_kpPupJglDAjKj-kyagMhPANfGu_j_LJUHR8?key=_DGDFp7U_iTKpkBrwTZeXw" alt="Hollywood: a grande fábrica de sonhos"/></figure>



<p>__</p>



<p><em>“No futuro, todos serão mundialmente famosos por quinze minutos.”</em></p>



<p>Essa frase, que apareceu pela primeira vez em 1968, no catálogo de uma exposição artística de Andy Warhol, diretor de cinema e um dos fundadores da arte pop, muito parece uma profecia do que viriam a ser os tempos correntes.&nbsp;</p>



<p>Numa época em que foram abandonados os ideais mais elevados e a mediocridade é incentivada e glamourizada, <strong>é natural que todos desejem ter sobre si os holofotes e os olhares do mundo, como grandes modelos de uma sociedade decadente</strong>.</p>



<p>Ainda que muitos digam que a frase não foi originalmente cunhada por Warhol, ela, em diversos sentidos, <a href="https://www.phillips.com/article/56095372/editions-andy-warhol-prints-15-minutes-of-fame-auction" target="_blank" rel="noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">sintetiza toda a sua estética</mark></a>. Para ele, os critérios determinantes de valores e temas a serem apreciados pelas massas seriam, um dia, dissipados, de modo que todos poderiam gozar, ainda que brevemente, da fama, até aqueles que em nada fossem dignos dela.</p>



<p>Seja como for, encontramos aí uma previsão muito acertada da sociedade contemporânea, <strong>uma sociedade do espetáculo, na qual o valor de cada indivíduo é determinado pelo número de olhos voltados para si</strong>.</p>



<p>Hoje, muito culpamos o advento da internet e a massificação das redes sociais por essa espécie de anseio geral aos holofotes, que leva tantos a perseguirem o sonho de ser objeto de contemplação para os outros, e que produz estrelas — cujo brilho é vazio e efêmero — na mesma velocidade em que as devolve ao anonimato.</p>



<p>Mas a verdade é que esse fenômeno que vemos em curso só pôde tornar-se assim tão absoluto porque as pessoas e a sociedade já vinham, há muito, sendo preparadas para isso. <strong>E a sua origem pode ser encontrada um século atrás.</strong></p>



<p>Logo após o advento da montagem cinematográfica, que permitiu a ligação de cenas e planos de gravação, não demorou para nascer, nos Estados Unidos, a tradição narrativa do cinema, a partir da qual, no início do século XX se desenvolveu <strong>a indústria hollywoodiana</strong> — <strong>a grande responsável por engendrar e perpetuar a cultura midiática do espetáculo.</strong></p>



<p>Hollywood, que, desde os seus primórdios, recebeu o epíteto de a grande <em>fábrica de sonhos</em>, tão logo surgiu, <a href="https://institutoborborema.com/2024/06/04/o-cinema-esta-morto/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">conseguiu desenvolver em seus filmes uma linguagem</mark></a> com uma sofisticação tal que surpreendeu até seus próprios produtores, pois demonstrava, já de início, um imenso poder de sedução e fascínio sobre os espectadores, através de certos mecanismos psicológicos que ela mostrou-se capaz de colocar em ação. </p>



<p>__</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>…é assim que Hollywood intensifica em sua plateia o desejo de contemplar e de ser quem não se é de fato.</em></strong></h2>



<p>__</p>



<p>Um exemplo disso é o mecanismo de identificação do espectador com o protagonista, sobre o qual projeta seus desejos e angústias. Ou você nunca percebeu que, mesmo quando o protagonista de uma narrativa hollywoodiana apresenta características de uma imoralidade digna de um vilão, a tendência é que você se identifique com ele, torça por ele, sofra quando ele sofre, e se alegre quando se alegra?</p>



<p>Outro mecanismo que está em execução desde os primórdios de Hollywood se utiliza do seu estrategicamente concebido <em>star system</em>, que induz o público a idealizar a figura e a vida dos atores de cinema e seus personagens, elevando-os a ídolos que devem ser cultuados.</p>



<p>Agora, esses e outros artifícios só podem ser operados assim eficientemente graças à própria experiência cinematográfica, da qual a indústria soube bem como se aproveitar. Muitos dos grandes críticos ao modelo narrativo hollywoodiano já apontaram os perigos de se colocar o espectador em um sala onde a escuridão é quase total, com apenas uma pequena fonte de luz ao fundo que projeta imagens sobre uma superfície bidimensional, com a ilusão de movimento e de tridimensionalidade.</p>



<p>Vê-se aí uma situação muito propícia para que ele se desligue de si mesmo e se projete psiquicamente para a vida de um outro que observa na tela, passando, assim, a idealizar e fetichizar aquelas figuras.</p>



<p><strong>Executando tais mecanismos ao longo do tempo, a </strong><strong><em>fábrica de sonhos</em></strong><strong> intensifica, com notável eficiência, em sua platéia o desejo de ver e de ser quem não se é de fato. </strong>Afinal, conforme se idealiza as grandes estrelas e seus personagens, não demora para que se comece a desejar ser como eles são: mais bonitos, felizes, realizados e perfeitos.&nbsp;</p>



<p>Assim, se constrói a sensação de que o mundo cinematográfico é melhor e mais sedutor do que a realidade; a realidade inferior ao cinema. <strong>A partir disso, nasce no espectador a frustração para com a sua experiência de vida verdadeira</strong>, porque vê nela todas as limitações, imperfeições, defeitos e frustrações que, durante aquele período em que está assistindo a um filme, observando seus objetos de desejo e idealização, imerso naquele mundo perfeito de fantasia, simplesmente não existem.</p>



<p>Não tarda, portanto, a surgir nele o anseio por tornar-se também um daqueles objetos de contemplação. Ele passa a querer se ver lá também, a fazer parte desse mundo aperfeiçoado da imagem, o mundo que não possui as imperfeições e insatisfações da sua própria vida.</p>



<p>Não é exatamente isso que observamos em nossa sociedade? Não vivemos nós numa cultura do espetáculo, em que vigora a idéia de que só é bom o que aparece, o que é objeto de olhares, e o que não é visto não tem valor?</p>



<p>Para o indivíduo cuja percepção foi moldada por esses mecanismos, se ele vive uma experiência real, mas em pleno anonimato, sem transformar pedaços dessa experiência em imagens que serão projetadas para a sua própria contemplação e para a contemplação dos outros, é como se isso não fosse tão real assim.&nbsp;</p>



<p>As coisas parecem ganhar o status de realidade nessa projeção imagética que é, na verdade, aquilo que drena toda a realidade delas, porque, afinal, como já se tornou imagem, não é mais realidade mesma, não é a vida.</p>



<p><strong>Daí que a realidade seja a fonte de frustração para os viventes dessa sociedade.</strong></p>



<p>Veja, nos primórdios do cinema, havia ainda uma fronteira muito clara e bem delineada entre o espetáculo, a representação, e a vida real. O entretenimento ocorria em intervalos delimitados da vida, cujo tecido ainda não estava tão permeado pela espetacularização. Sim, as pessoas iam ao cinema, passavam por aquela experiência de identificação e de projeção de si mesmas sobre os protagonistas, mas depois voltavam para a sua própria vida.</p>



<p>Acontece que a indústria hollywoodiana, ao criar o cinema do espetáculo, passou a se utilizar de suas narrativas para potencializar a artificialidade daquela experiência, tornando a fronteira entre a realidade e o espetáculo cada vez mais dissipada, e encerrando o público num mundo à parte, “aperfeiçoado”, que o distancia da contemplação da própria estrutura da realidade e provoca toda essa dissonância e frustração ante o real, que agora é rejeitado.</p>



<p><strong>E é assim que a </strong><strong><em>grande fábrica de sonhos</em></strong><strong>, da qual pode-se dizer que surgiu aquele sonho generalizado pela fama e pela objetificação, fabrica quase nada além de ilusões e frustrações.&nbsp;</strong></p>



<p>Por essa razão, nós, do Instituto Borborema, decidimos apresentar ao nosso público um <strong>cinema que em tudo se distancia da artificialidade e da ilusão hollywoodiana</strong>, e convidamos o professor Rômulo Cyríaco, que é teórico de cinema, para conduzir um evento <strong>online</strong><strong> </strong>e <strong>gratuito</strong> com os professores Caio Perozzo e Maurício Machado.</p>



<p>O evento foi chamado <strong><em>Como entender cinema</em></strong>, e você pode saber mais sobre ele e participar gratuitamente, fazendo sua inscrição através do link: <a href="https://institutoborborema.com/como-entender-o-cinema"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Como entender o Cinema</mark></strong></a>.</p>
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		<title>IB promove evento &#8220;A Guerra Cultural&#8221; com participação do professor Francisco Escorsim (PR)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2019 20:12:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo &#8220;guerra cultural&#8221; é usado com muita frequência nos fóruns internet afora, sempre citado com um ar de coisa indispensável a ser enfrentada. Entretanto, não são poucas as ocasiões em que as pessoas utilizam o termo de forma genérica e sem pensar um segundo sequer sobre como esta guerra deveria ser travada, quais as armas necessárias e até qual seria o resultado final satisfatório.</p>
<p>Para iniciar uma discussão mais aprofundada e real sobre o assunto, convidamos os professores Francisco Escorsim e Pedro Augusto a ministrar duas palestras no próximo evento do Instituto Borborema. Denominado &#8220;A Guerra Cultural&#8221;, o evento será realizado no próximo dia 25 de abril, às 19:30, no Garden Hotel &#8211; Salão de Jogos.</p>
<p>Para participar do evento, basta realizar a inscrição (gratuita) na página do Sympla. Confira abaixo todos os detalhes sobre o evento:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5195" src="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1.jpg" alt="" width="2206" height="1241" srcset="https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1.jpg 2206w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1-600x338.jpg 600w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1-300x169.jpg 300w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1-768x432.jpg 768w, https://institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/04/Banner-Final-1-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 2206px) 100vw, 2206px" /></p>
<h2>Programação</h2>
<p>19:30 -&gt; Palestra &#8220;Por que a política não é a solução: investigando as origens do poder&#8221; -&gt; Palestrante: PEDRO AUGUSTO</p>
<p>20:30 -&gt; Palestra &#8220;Guerra Cultural: como perdê-la achando que está ganhando&#8221; -&gt; Palestrante: FRANCISCO ESCORSIM</p>
<h2>Inscrições (gratuitas)</h2>
<p>Inscrições no link -&gt; <a href="https://www.sympla.com.br/a-guerra-cultural__506825" target="_blank" rel="noopener">https://www.sympla.com.br/a-guerra-cultural__506825</a></p>
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		<title>A virtude como base para a educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 22:09:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Está no ar a palestra &#8220;A virtude como base para a educação&#8221;, ministrada por Pedro Augusto, na III Jornada Quebra-Quilos, em maio deste ano. Assista ao vídeo no link abaixo e inscreva-se no nosso canal no YouTube! DO NOSSO CONTEÚDO? Então nos ajude a continuar e ampliar o conteúdo gratuito que disponibilizamos no nosso canal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar a palestra &#8220;A virtude como base para a educação&#8221;, ministrada por Pedro Augusto, na III Jornada Quebra-Quilos, em maio deste ano.</p>
<p>Assista ao vídeo no link abaixo e inscreva-se no nosso canal no YouTube!<span class="text_exposed_show"><br />
</span></p>
<div class="text_exposed_show"><a href="https://institutoborborema.com/2018/07/13/a-virtude-como-base-para-a-educacao/"><img decoding="async" src="https://institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F3RyiyK0xh3w%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a></p>
<p> DO NOSSO CONTEÚDO?</p>
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